Quando você joga algum jogo, ou você ganha ou perde. Assim é com as emoções. Tudo terá uma consequência. Ou ganhamos ou perdemos.

Você já deve ter ouvido falar que se puser um sapo em uma panela e aquecer a água aos poucos, até o ponto de ebulição, o sapo se adaptará à temperatura em constante elevação e não perceberá que foi cozido até a morte. Como isso é possível? O aumento da temperatura é gradual a ponto de a água morna dar a impressão de se converter em uma banheira de água quente antes de chegar ao ponto de banho-maria. A esta altura já é tarde demais. O corpo do sapo se ajusta ao ambiente sem perceber que aquilo que envolve está esgotando sua vida interior.

Assim é com nossas emoções. Podemos cozinhar até a morte, achando que estamos bem.

Na nossa cultura, a temperatura da água aumenta todos os dias. Sem que nos apercebamos, pouco a pouco nos aclimamos todos a um ambiente tóxico, repleto de influências venenosas. À medida que a temperatura da água aumenta continuamos estar dentro de uma banheira de água quente, divertindo-nos como nunca, sem nem sequer imaginar que na verdade estamos escaldando a nossa alma.

Como lidar com esta situação? A luz da palavra, quero te ajudar a lidar com os grandes problemas emocionais da atualidade.

Precisamos escolher a limpeza. A sujeira trás contaminações e doenças. Além de nos alimentamos mal, ficando fracos e com baixa imunidade. Situação ideal para a morte.

Sabe aquela sensação que determinada coisa não parece muito certa, que não nos aproxima mais de Deus, nem nos faz seguir a Cristo, mas não conseguimos identificar exatamente o que é? Isso é um dos sinais que a imunidade dos seus pensamentos está baixa. Precisamos superar os pensamentos infecciosos e as falsas crenças.

Vale uma reflexão: Eu não acredito que devamos traçar um risco na areia da cultura e viver dentro de uma bolha higienizada. Por outro, não podemos mergulhar de cabeça em cada aspecto do mundo à nossa volta e permitir que a cultura determine o nosso estilo de vida de maneira indiscriminada. A maioria dos produtores cinematográficos não está preocupada com o impacto dos filmes sobre sua alma. A maioria das músicas pops não se importa se está edificando a sua fé em Jesus ou aproximando você de Deus. É nossa responsabilidade discernir o que deixamos entrar na nossa vida e o que mantemos do lado de fora.

Para aqueles que seguem Jesus, tudo o que fazemos deveria refletir o nosso amor e o nosso compromisso com ele. Deus está conosco tanto quando nos encontramos em um cinema escuro, rindo das bombas verbais das personagens cômicas, como quando estamos na igreja cantando no coro. Tudo conta.

Somos o que comemos no sentido físico, e somos também o que consumimos espiritualmente.

Pr David Tiburcio

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